quarta-feira, 16 de junho de 2010

Fugir à vida, fugir de nós

Não é difícil encontrar argumentos válidos que justifiquem esta ou aquela tomada de decisão. Por muito estranhas que possam parecer, aos olhos dos outros, as nossas escolhas, há sempre um ou outro argumento que as sustentam e assim, de argumento em argumento, nos vamos muitas vezes enganando quanto às razões que nos movem.
Enfrentarmo-nos é enfrentarmos as nossas limitações e incapacidades, os nossos problemas. A busca incessante de justificações só serve para mostrar, a quem realmente vê, a falsa sustentabilidade dos nossos passos, porque quando aquilo que nos empurra é real, nem sequer precisamos de argumentos, nem para nós, nem para os outros.

terça-feira, 15 de junho de 2010

«A felicidade é uma viagem que começa de pequenino...»

Dizem os senhores da CHICO e têm razão, ainda que ela dificilmente dependa do que se veste ou daquilo com que se brinca...
Mas convém que se comece de pequenino. Assim, sempre que ao longo da vida nos formos enganando no percurso, já sabemos o que procurar.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Isto está a tornar-se um hábito!

É que foi tudo difícil! Mas tão difícil, tão difícil que nem sei se o dia correu bem ou mal. Acho mesmo que isso deixou de ser relevante.
O exame foi difícil. De tal forma que não faço ideia se correu bem ou mal.
O mecânico entregou o automóvel que conduzi uns escassos minutos, até o cabo da embraiagem se partir (pela segunda vez em poucos meses, mas nem quero comentar a qualidade do mecânico que o assistiu nessa altura que é para não desatar para aqui a dizer asneiras - era capaz de ser chato dado o infindável número de nomes que tenho para lhe chamar...de resto é o mesmo que me devolveu o carro dizendo que ele nada tinha quando o rolamento, isto até eu sabia!, estava a dar as últimas...).
As crianças mais pequenas apostaram, todas juntas, em como me haviam de fazer a cabecinha, mal sabendo, coitadas, que ela já estava feita quando lá cheguei...
A mãe perdeu-se e andou 10 Km quando poderia ter andado 2! E ficou nervosa...e eu não gosto nada que ela fique nervosa que já não tem idade para isso.
Mas, no meio de toda esta agitação, até nem se pode dizer que o dia tenha corrido mal. Foi esquisito. Mas até nem correu mal...

sábado, 12 de junho de 2010

Cala-te Vinicius, que já não te posso ouvir!

porque o samba nasceu lá na Baía e se hoje ele é branco na poesiaaaele é negro de mais no coraçãoooooooooo tiririririririritiririririririritiririririririiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

E é isto desde que me levantei, em repeat, quando não preciso da cabeça para mais nada fica em primeiro plano, quando ela é precisa para mais qualquer coisa - passa para segundo, mas nunca se cala!......tiririririnasceulánabaíaesehojeeleéne.......branconapoesiaeleénegrodemaisnocoraçãoooooooooooooooooooooooooooooooooooo

sexta-feira, 11 de junho de 2010

NC - O vírus do Não Cumprimento

Mais grave do que o H1N1, o vírus do Não Cumprimento tem vindo a disseminar-se no nosso país e encontra-se agora fortemente implantado na nossa cultura.
Sem qualquer tipo de sintoma para o portador, este vírus só é apercebido para quem com ele priva.
A sua origem está na incapacidade crescente de negação que leva todos os contaminados a dizerem sistematicamente sim, quando na verdade querem dizer não.
As consequências são a morte real, já que, com o tempo, os contaminados deixam de ser vistos como gente em quem se pode confiar e, quase imperceptivelmente, vão sendo erradicados dos seus círculos normais, deixando, aos poucos, de existir para os outros.
Este vírus pode ser fatal para a espécie humana uma vez que a palavra sempre foi e sempre será a marca da honra e da inteireza da dita.
Não se conhecem ainda formas de o combater, nem vacinas que o evitem. Mas sabe-se, de fonte segura, que grupos de investigadores trabalham arduamente para que não se propague à escala mundial.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Saudades

Tenho saudades dos meus amigos. Tenho saudades de não pensar em nada; de andar feliz e contente; de me descontrair; de acreditar; de não ter medo. Tenho saudades da simples contemplação. Tenho saudades de estar.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Contrariedades e Contradições

A paz de espírito vem naturalmente quando tudo corre de feição, quando é muito mais precisa quando tudo corre mal.
O dinheiro é mais barato para quem já o tem.
A divulgação, seja do que for, é simples e rápida para quem já está divulgado.
O medo ataca nos momentos em que a coragem é mais necessária.
E mais uma infinidade de coisas de que agora não me lembro, mas é assim…

sábado, 5 de junho de 2010

O Principe da Pérsia - Mais do mesmo...


Fraquinho fraquinho...

Quem diria! Com um naipe de actores tão jeitosinho e um realizador que não é nada de se deitar fora!...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Tanta lida, pouca vida

Frequência de Psicologia marcada para as onze. Levanto-me cedo, gosto de me preparar, de descontrair, de levar as primeiras horas da manhã com calma, nem que para isso tenha de me levantar mais cedo. O pai levanta-se também e age como se tivesse hora marcada em algum lugar. Em silêncio pressiona-me para me despachar da casa-de-banho. Sinto-o para lá da porta, a arrastar-se de um lado para o outro. Pergunto se está aflito - não está. Tento que a sua presença em mode «espera» não me pressione. Não consigo. Saio e digo-lhe, Já pode ir. Ele entra e nunca mais sai. Faz a barba...prepara-se para o banho, e eu a precisar de dar os últimos retoques dado que é o único sítio onde há espelho lá em casa. Enervo-me. Peço-lhe, por favor, para passar a esperar que eu saia já que ele não tem hora marcada para nada e eu sim. Fica irritado, gesticula e grita que se vai embora. A mãe treme. Levo a coisa com calma e com calma tento explicar-lhe que não faz muito sentido a pressa que ele tem todas as manhãs; que não lhe custaria esperar que eu saísse de casa, afinal é o que a mãe faz, sensatamente. Mas a sensatez dos homens é diferente daquela das mulheres...Levamos nisto cerca de uma hora. O tempo que tinha destinado para um derradeiro olhar pelas folhas dos apontamentos, foi-se.
O teste é de escolha múltipla. Acabo-o ao meio-dia. Daqui a meia hora volte para a correcção, diz quem manda. Entretanto passo pela tesouraria e fico a saber que tenho duas prestações das propinas em atraso. Pago uma, que esperem pela terceira...em conversa de propinas fico a saber que o prazo para a candidatura a bolsas de estudo já terminou. Volto à sala. Acertei em cheio em oito e ao lado numas poucas. Preocupada com o prazo da candidatura desligo-me da nota e corro para os serviços sociais. Tiro uma senha e espero. A senhora diz-me que o prazo foi prolongado e que ainda há esperança para mim. Saio de lá depois das duas, sem almoço e com a incumbência de abrir a porta do Centro às duas e meia.
O carro poderia voar se não fosse o insuportável barulho que sai da roda dianteira do lugar do morto. Poderia apostar que se trata de um rolamento a dar o berro. Há duas semanas atrás deixei-o no mecânico que mo devolveu alegando que o carro não tinha nada. Hoje, ao telefone, a pessoa do outro lado da linha ouvia o mesmo barulho que eu! Há mecânicos que deveriam ser uma outra coisa qualquer.
Entro em casa para almoçar às duas e um quarto, como em dez minutos, O comer nem te faz proveito, diz a mãe e tem razão. Saio a correr e chego um quarto de hora atrasada.
Tanta lida, pouca vida, diz a mãe mais uma vez, e tem razão.
O pai, entretanto, já se recompôs - já sorri outra vez.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Está tão surda a minha mãe...

Hoje de manhã:

- Bom trabalho! Que corra tudo bemmm!

- Vou ter um exame.

- Bom trabalho...

- Vou ter um exame.

- A que horas?

- Às onze. Até logo.

- Às nove?!!! Mas já são nove e meia!!!

- ÀS ONZE!

Cada vez que isto acontece só me lembro do Raul Solnado.

NES-SA CA-MA. Ó avô então eu ia lhe chamar uma coisa dessas?!!!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Alguém lhe perguntou alguma coisa?!

A crítica é um bichinho que nos mói a todos. É tipo vício. Mais ou menos fundamentada, menos, na maior parte dos casos, grita-nos aos ouvidos sempre que presenciamos algo que não é do nosso agrado ou não condiz com as nossas expectativas.
Todos gostaríamos de ver o mundo à nossa maneira; de olhar para os outros e vê-los como nós, ou não. Ainda há quem ame o diferente; quem se aborreça com a normalização, quem se entusiasme sempre que vê ou ouve algo pela primeira vez. Mas não são muitos.
Depois há os artistas. Aqueles que são capazes de reciclar de forma mais ou menos original. Reciclar, porque criar, ninguém cria. Teria de se partir do nada e ainda não chegámos lá... Recicla-se, portanto, o mais originalmente possível. E por original entende-se, muitas vezes, a repescagem de coisas muito antigas. Quanto mais antigas, melhor – mais esquecidas estão... Importam-se, portanto, ideias; modas e gostos num suposto pioneirismo e originalidade. Se for preciso volta-se à Antiguidade Clássica, não seria a primeira vez…
Os restantes, os que não são artistas mas gostavam de ser, batem palmas e seguem-nos, convencidos que têm ideias próprias e gostos genuínos. Como cada vez há mais «artistas», o resultado é «cada cabeça, cada sentença», e passa-se, amiúdas vezes ou sempre que nos cruzamos com pessoas a quem o «bicho da crítica» mói mais do que aos outros, por situações em que os extremos não se tocam, isto é, somos magros quando «deveríamos» ser gordos; gordos quando «deveríamos» ser magros; morenos quando «deveríamos» ser loiros e loiros quando «deveríamos» ser morenos. Enfim, aquilo que deveríamos, talvez, era ter a consciência da manipulação a que estamos, todos, artistas incluídos, sujeitos diariamente. É que dessa manipulação não nos podemos livrar, mas ter consciência dela seria já um passo atrás que evitaria cairmos no abismo do convencimento de que somos detentores da verdade quando na verdade somos meros transmissores e seguidores desta ou daquela verdade vinda não se sabe bem donde mas não, seguramente, das nossas únicas e individuais cabeças.

domingo, 30 de maio de 2010

Ele há cada invenção!!!

Quem inventou estas fitas, deveria ter inventado também uma caneta especial. É que é suposto o que lá se escreve ir cheio de boas vibrações e tal e tal, mas o esforço é tanto, a letra sai tão repisada e retorcida que a tendência é para se abreviar o discurso porque já nos doem os braços, um porque se cola à caneta como se não houvesse amanhã e o outro porque agarra o pano que tende a escorregar por tudo quanto é sítio.
A ver se alguém se lembra de inventar a canetita, sim? Uma que seja vendida em conjunto com as fitas. Eu é que não percebo nada de canetas, porque pode muito bem ser uma oportunidade de negócio...

sábado, 29 de maio de 2010

E já agora...

...gostava de saber quanto é que deslizou dos cofres de um certo ginásio para os da GNR aqui do burgo para ter sido possível transformar-se durante uma tarde inteira um campo de ténis em discoteca que até os vidros vibraram e como é que eu vou fazer o exame de Estatística alguém me diga. E se tiverem dificuldade em respirar ponham vocês as vírgulas. Hoje estou assim, com a paciência nos limites.

Há dias...

Não tenho poder de encaixe.
Não suporto faltas de respeito; invasões de privacidade; abusos de poder. Não suporto a corrupção nem a mentira. Não suporto a vigarice. A falta de educação dá-me vómitos, a ignorância arrepia-me.
E é por isso que há dias em que só me apetece mudar de país. Há dias em que a desilusão me vence; em que olho o nosso povo e só vejo gente fraca, gente pobre, gente pequenina, e burra e ignorante (e não estou a falar de dinheiro, nem de poder de compra, nem de fome…). Gente que não presta.
Há dias em que só me apetece fazer as malas e zarpar.

O estado não é «pessoa» de bem

A Segurança Social não é «pessoa» de bem. E como a Segurança Social pertence ao Estado, o Estado não é «pessoa» de bem.
Recebi ontem uma notificação de dívida à Segurança Social, relativa à Empresa.
Se há coisa que nós fazemos questão é de não dever nada a ninguém. O montante era, para uma Empresa pequena como a nossa e que tinha acabado de entregar uma boa maquia relativa ao IVA, desconfortável.
Não tínhamos pago, diziam eles, o primeiro mês de actividade.
Vai de remexer em papéis, brancas como a cal e de pernas a tremer, vai de puxar dos dossiers. E lá estava! O famigerado documento. E pago! Então o que é que aconteceu?
Aconteceu que nos enganámos na introdução do mês de referência e, em vez de Agosto, pusemos Setembro.
O que a Segurança Social não viu foi que, de Setembro, tinha dois pagamentos! Nenhuma pessoa de bem esconde o que recebeu a mais e protesta pelo que recebeu a menos mas, mais grave do que isso, muito mais grave, foi o facto de ter andado, esta honorável entidade, a emitir declarações em como não tínhamos dívidas nenhumas, durante todos este meses em que nos andavam a cobrar juros de mora sem nós sabermos.
Pois é verdade, a Segurança Social emitiu, para entregarmos ao banco, três declarações em como estava tudo nos conformes e em dia e, por trás, ia acumulando juros por um suposto pagamento em atraso.
Foderam-se, que nós não devemos nada!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Mourinho

Os senhores do Barcelona têm aquela ideia romântica da «luta pela camisola» e querem acreditar que o Mourinho, enquanto lá esteve, teve mais o Barcelona no coração do que os outros clubes por onde tem passado.
Mas pessoas como o Mourinho criam e «descriam» laços com a facilidade de quem tem o objectivo de mostrar ao mundo quem manda. Cada vez que um jogador, treinado por ele, levanta uma taça, não é a equipa que ganha – é ele.
A disputa é com ele. É contra ele que os outros jogam. E quando chora, chora por este ou por aquele particular, não chora pela camisola. A camisola a ele, provavelmente, nada lhe diz. Pelo menos não lhe dirá com certeza tanto como os euros de que já não precisa. São tantos!...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

As obrigações não existem

Cada um é livre de fazer ou cumprir o que muito bem lhe aprouver. Não são as obrigações que nos movem mas os valores e a ordem em que os temos arrumados dentro de nós.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Dia de Aniversário

Faz hoje anos que nasci. Nem muitos, nem poucos, mas mais de metade. Pelo menos é o que espero. Se tiver que ser eterna que o seja no coração de alguns. E nas prateleiras, também gostava de o ser nas prateleiras, nas lombadas dos livros e nas páginas que vou escrevendo, ou que ainda hei de escrever se chegar a ter tempo para isso, evidentemente.
Das minhas mãos já voaram, logo de manhãzinha, uma tampa de panela e uma chávena de café.
Convencida que os percalços se concentraram nestes pequenos nadas, joguei no totoloto e no euromilhões. Boa sorte para mim.
Cheguei a pensar em fazer um balanço mas seria demasiado exaustivo e, se há coisas que vale a pena recordar, outras o melhor é nem nos lembrarmos delas. Que a vida comece hoje e que a sorte me entre pela porta adentro, são os meus votos. A quem quer que leia isto e tenha esse poder, pode começar pelo retorno, acrescido de seis zeros, do meu mais recente investimento na Santa Casa da Misericórdia. Obrigadinha, sim?

terça-feira, 25 de maio de 2010

O mundo dos ricos e dos poderosos

Organizámos, a minha sócia e eu, uma Colónia de Férias para os meses de Julho e Agosto. O programa é ambicioso. Decidimos que não nos limitaríamos a levar as crianças à praia e a fechá-las uma tarde inteira entre as mesmas paredes, por isso levá-las-emos a todos os lugares possíveis: parques; museus; espaços de divertimento e de faz-de-conta...
A organização está feita. E bem feita. O problema agora é como passar a mensagem. Sem dinheiro para anúncios televisivos ou mesmo radiofónicos, valemo-nos dos nossos braços e da nossa imaginação. Temos consciência que o programa que elaborámos ultrapassa os bolsos da maioria dos pais dos meninos que frequentam o nosso Centro, pelo que se impõe chegar perto dos mais abastados.
Como diz Eulália Barros num texto que li há pouco tempo, eu ainda não vivi tudo mas já tenho muita coisa para contar e posso afirmar que há poucos mundos que me são estranhos. Continuo, no entanto, a ser uma pessoa voluntariosa e a acreditar que não me caem os pergaminhos na lama quando me movo de cima para baixo. Decidi, portanto, munir-me de alguns folhetos e plantar-me à porta de um dos mais conceituados colégios lisboetas, alguns minutos antes das oito da manhã.
Não foi apenas a chuva, que em protesto caiu copiosamente, que me fez desistir, foi um certo agravamento de humilhação que ela trouxe consigo. É que uma coisa é receber olhares de alto e «não obrigado, os meus filhos vão para a Colónia XPTO», com o sol a brilhar; outra é recebê-los de guarda-chuva na mão debaixo de um quase dilúvio.
E assim, a minha ideia de que há gente a quem faria, talvez, algum bem, cair do pedestal, saiu reforçada.
Mais tarde, junto à hora de almoço, uma simpática professora incentivou-me a ir falar com a directora do dito colégio. «Diga que vai da minha parte». E fui. E disse. Bem recomendada, claro que fui recebida mas a resposta foi não. Não. Apesar de fecharem em Agosto; apesar de não terem Colónia de Férias, cumprem escrupulosamente um princípio ancestral: Não divulgar internamente nada que não seja da sua própria lavra. «Bem vê», dizia-me a honorável directora, simpática sem dúvida, «não podemos abrir nenhuma excepção porque se o fizéssemos a si, teríamos de o fazer a toda a gente que nos bate à porta.» Compreendo. Compreendo que quando a escolha é entre o sim e o não, é porque o critério anda pelas ruas da amargura; e compreendo que um estabelecimento que está garantido; que existe há anos com um prestigio inabalável e que, mesmo nos tempos que correm, não corre riscos nenhuns, quando se recusa a divulgar internamente seja o que for que parta de terceiros, sem sequer tentar averiguar da validade, seriedade e competência desses terceiros, na verdade o que está a fazer é a fechar portas, a negar ajudas, a ser sovina, elitista e tudo aquilo que é contrário à política que a família que o gere apregoa e que o nome que tem defende. Ser moderno é ser aberto. Ser socialista é ser do povo, é apoiar os mais fracos, é dar força a quem precisa. Ou deveria ser...
Portanto, e mais uma vez, estamos por nossa conta e risco neste mundo do salve-se quem puder.
E como derrubar não é vencer, amanhã estarei, provavelmente, a pregar numa outra freguesia.