Daqui. E ainda estou em mode zen. Amanhã conto mais.
Todos nós somos antagónicos. Todos procuramos, incessantemente, dentro e fora de nós. Todos somos múltiplos. Neste espaço, é a minha multiplicidade que se manifesta.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
A Saga da Segurança Social
Ao cabo de dois meses de cartas registadas; telefonemas; visitas com direito a duas páginas no livro de reclamações e, não nego, alguns insultos, a Segurança Social emitiu o seu parecer: depois de analisadas todas as reclamações a Segurança Social reconheceu que, na verdade, não existia dívida, isto é, tudo tinha sido SEMPRE pago a tempo e horas mas, ainda assim, nós teríamos de pagar juros de mora e custas, no valor de pouco menos de dezassete euros.
Seguiram-se mais duas cartas para as suas mais altas esferas numa tentativa de compreender porque carga d’água é que nós, não devendo nem N-U-N-C-A tendo devido, tínhamos de pagar custas e JUROS DE MORA!!! Juros de mora de quê?! E terminavam as cartas com uma singela frase em que eu explicava às destinatárias que ele há muitas formas de roubar e que esta, minhas senhoras, seria uma delas…
Mais um mês se passou e ontem, dia de despedida já que hoje penso meter pés, aliás rodas, ao caminho e esquecer-me disto pelo menos por uma semana, vi-me em braços com um nota de pagamento única, com a merda dos dezasseis euros e noventa e tal cêntimos para pagar!
Não é pela importância, evidentemente, é pelo princípio. Se nunca devi, não posso ter acumulado juros de mora. Se não acumulei juros de mora, não tenho de pagar qualquer tipo de custas.
Esta equação parece-me, a mim, mais do que lógica. Por isso, agarrei no telefone e vá de ligar.
Atendeu-me um senhor que depois de ter ouvido o motivo do telefonema me pediu para aguardar que ia passar a quem de direito. Aguardei.
Atendeu-me um senhor que depois de ter ouvido o motivo do telefonema me pediu para aguardar que ia passar a quem de direito. Aguardei.
Ele voltou passado um bocadinho. Que a colega não estava. Ia passar a outra.
Voltou passado um bocado. A outra também não estava. «Mas a senhora se não se importa vai-me deixar todos os dados que, mais tarde, entraremos em contacto.»
Voltou passado um bocado. A outra também não estava. «Mas a senhora se não se importa vai-me deixar todos os dados que, mais tarde, entraremos em contacto.»
E eu vá de desabafar: e porque assim; e porque assado; inadmissível…e blablablabla…tome lá o número do processo; e porque ainda por cima mandam-me uma coisa a dia 27 com prazo limite a 31, é claro que só recebi depois do prazo limite, mas ainda assim NÃO PAGO, não quero saber se são só dezassete euros. Não tenho nada de pagar!
Esteja descansada, dizia-me ele, que entraremos em contacto. E com quem falei? pergunto eu que gosto de tomar nota destas coisas todas. Com o vigilante P.V., responde-me ele despreocupadamente!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Da União e da Força
A união faz a força; aumenta exponencialmente as possibilidades , todas, e resolve qualquer problema.
Toda a gente sabe isto. Toda a gente sabe isto e são poucos os que não aceitam unir-se por uma causa que seja justa, por um objectivo que seja comum. Desde que apareça, é claro, um unificador. E não pode, evidentemente, ser um unificador fraquinho, tem de ser alguém a explodir de vontade e de razão; de entusiasmo e de fé.
É isso que nos falta, a nós, humanos – verdadeiros unificadores. Aqueles que pensam ter adoptado esse papel já o desempenham há tanto tempo que se lhes esvaíram os requisitos fundamentais. Já nenhum de nós acredita em causas, ou poucos acreditam…, já ninguém confia nos líderes que para aí andam. E depois, como em tudo, quanto mais extenso for o território maior a dificuldade. Experimentem lá unir meia dúzia de pessoas, que lhes sejam próximas, para resolver um problema familiar…é que é num ápice! Ninguém diz que não e, nos corações, fica aquela sensação reconfortante de se ter contribuído para a alegria de alguém.
Toda a gente sabe isto. Toda a gente sabe isto e são poucos os que não aceitam unir-se por uma causa que seja justa, por um objectivo que seja comum. Desde que apareça, é claro, um unificador. E não pode, evidentemente, ser um unificador fraquinho, tem de ser alguém a explodir de vontade e de razão; de entusiasmo e de fé.
É isso que nos falta, a nós, humanos – verdadeiros unificadores. Aqueles que pensam ter adoptado esse papel já o desempenham há tanto tempo que se lhes esvaíram os requisitos fundamentais. Já nenhum de nós acredita em causas, ou poucos acreditam…, já ninguém confia nos líderes que para aí andam. E depois, como em tudo, quanto mais extenso for o território maior a dificuldade. Experimentem lá unir meia dúzia de pessoas, que lhes sejam próximas, para resolver um problema familiar…é que é num ápice! Ninguém diz que não e, nos corações, fica aquela sensação reconfortante de se ter contribuído para a alegria de alguém.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
O último dia
Acabou a Colónia. Despedimo-nos das crianças. E dos pais das crianças. E os abraços e os beijos; e os agradecimentos e a satisfação, pesaram muito mais do que os rendimentos. E se o dinheiro é importante, porque é, nada é mais importante do que o reconhecimento do sucesso.
Esta primeira Colónia foi um verdadeiro sucesso. E eu estou feliz.
Para o ano há mais. Agora vou ficar comigo e com os meus particulares afectos, durante uns dias – bem mereço.
Esta primeira Colónia foi um verdadeiro sucesso. E eu estou feliz.
Para o ano há mais. Agora vou ficar comigo e com os meus particulares afectos, durante uns dias – bem mereço.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Nasce connosco, está-nos no sangue
Têm quatro anos. Ela desfila enquanto ele faz flexões, deitado no chão. Dizem-se namorados e estão a brincar às casinhas. Ele troca, sistematicamente e com precisão, os Rs pelos Ls e vice versa. Fala compassado como se cada sílaba tivesse de ser antecipadamente pensada. Tratam-se por querido e quelida.
Ela está sentada numa cadeira com os pés apoiados noutra - está em casa dela.
Diz ele: - E agola eu passava pela tua casa e tu vias como eu ela rindo.
Ele passa, devagar e sacudindo o cabelo, pela frente dela.
Diz ela: - Aiii! Que senhor tão linnndo!!!
...........................................................................................................................................................................
Agora ela está a enviar-lhe um sms, escrito na palma da mão aberta, porque ele está doente, deitado ao comprido em cima de três cadeiras.
À medida que vai teclando vai verbalizando o texto: «Espero que estejas melhor. Gosto de ti. Beijos.»
domingo, 29 de agosto de 2010
Ninguém perguntou...
...mas, ainda assim: o fim-de-semana foi óptimo, obrigada.
Há muito muito muito tempo, que não descontraía; que não estava tão desassossegadamente sossegada.
Um grande Bem Haja, por isto e muito mais, a este fim-de-semana que passou. Amanhã volta a rotina, mas por pouco tempo. As férias estão já aí... Sou uma mulher de sorte, e mais não digo.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Da hora certa; do momento certo...
Há quem defenda que tudo acontece no momento certo, na hora certa, quando tem de ser. Nas redes sociais abundam os lugares comuns que gritam exactamente isso, que se não aconteceu antes foi porque não se estava preparado, não tinha chegado a hora e blábláblá...
Há frases dessas que me convencem, outras que nem por isso. As que defendem esta precisão estão na lista das nem por isso.
A não ser que eu não tenha a mínima percepção da «hora certa» ou do «momento certo», esta sensação de que as decisões importantes da minha vida estão constantemente desencontradas dos acontecimentos involuntários primordiais, não me abandona. O, se eu soubesse que isto ia acontecer teria esperado ou, que chatice isto devia ter acontecido antes de..., são sentimentos recorrentes nesta minha corrida de obstáculos que tenho feito sempre na perspectiva de chegar a uma pista e poder, a título de compensação, participar, vá lá, na pior das hipóteses, já que isto não permite a caminhada contemplativa, nas competições de marcha.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
De certos pais e de certos filhos
Há pais que não gostam dos filhos. Que não conseguem esconder aquele sentimento de desânimo ou frustração cada vez que os olham, porque os petizes não correspondem àquelas extraordinárias expectativas que sobre eles tombaram, logo à nascença.
Depois, em jeito de compensação, têm as atitudes mais primárias como se elas tivessem o estranho poder de lhes lavar a alma a abarrotar de uma culpa que negam porque só o coração lhe conhece a raiz.
O pior é que essas atitudes, grosso modo, agravam ainda mais o fraco ego dos pequenotes que se sentem não-amados e depois, super-protegidos, passam a sentir-se incapazes e incompetentes.
Assim se vão criando pequenos monstros capazes de tudo para chamar as atenções - desde as atitudes mais apalermadas àquelas mais violentas que são, de resto, as que dentro deles tendem a crescer mais e mais...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Universalidade
A mais levianamente pretensiosa de todas as palavras.
A culpa até que nem é dela, coitada, que não tem voto na matéria e limita-se a existir. A culpa é de quem a emprega sem saber o que diz porque tomar o mundo pelo Universo é não ter, de todo, a noção de dimensão – nem própria, nem alheia.
Mas tudo isto vem a propósito de uma notícia que ouvi hoje e que me deixou empolgada. É que foi descoberto, por portugueses, um sistema solar perto de nós, com sete planetas sendo que um deles é pequeninino como a Terra, ou quase tão… (qualquer coisa como 1,4 vezes se não me engano).
Portanto, meus amigos, as esperanças de termos ponto de fuga crescem de dia para dia, animem-se os «universalistas» que daqui a mais dois ou três séculos já poderão usar com muito mais substância a vossa universalidade.
P.S. – Se calhar estou a ser pessimista! Isto com a tecnologia nunca se sabe…
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Não não adormeci...ainda...
Ainda assim, há muitas formas de sono e o facto é que eu, ao fim de um ano sem parar, tenho evoluído para uma forma mais ou menos amorfa de morta-viva, que é como quem diz - ando a dormir em pé.
O que vale é que está a chegar ao fim! O que vale é que é quase dia 3 e eu, a despeito de tudo, vou-me pirar daqui. Vou para o campo! Vou fazer aquachi, ou lá como é que se chama; vou construir coisas com terra; vou viver no meio da Natureza - vou estar fora sete dias.
Eu sei que é uma merda mas é melhor do que nada (os sete dias, não o campo evidentemente, que eu amo de coração e que só me faz é bem porque, ao contrário das gentes, as árvores não nos enchem a cabeça de sons, muitas vezes bem confusos, antes pelo contrário - são bem capazes de nos aturar todas as pancadas e ainda nos acalmam os nervos...)
Até lá estou-me a aguentar muito bem e como duas das minhas quatro actividades estão suspensas por duas semanas! imagine-se! MILAGRE!, ainda vou conseguir dar um salto ao cabeleireiro, que já não me põe a vista em cima há bem um ano, antes de partir.
Agora, ridículo ridículo é este entusiasmo por causa de sete dias de férias! Isso sim é tão ridículo que quase toca as raias da pelintrice. Ou talvez não! Ou talvez seja este entusiasmo o que me salva! É que quem consegue entusiasmar-se assim com tão pouco, ou é porque nada tem, ou é porque está tão viva tão viva, que todos os pormenores contam. E se eu ainda estou de pé, só pode ser porque estou tão viva tão viva...
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Do respeito
Desconfio que já aqui referi este tema - em mais de mil pequenos textos é natural que me repita - se for esse o caso considerem que não se trata de uma repetição mas de uma «alembradura». Eu não me repito, «alembro-me». E ele há temas que devem ser «alembrados».
Se me contradisser, é porque estou a evoluir. Se me mantiver firme nas minhas convicções, é porque há muito que finalizei o meu processo evolutivo (hihihihi).
Infelizmente a imagem que tenho dos seniores mais cresciditos da nossa praça não é muito abonatória no que concerne à educação. Tenho por mim que não a tiveram esmerada e não é à toa que digo isto - trata-se de largos anos de experiência a levar com idosos a quererem furar filas; a empurrarem sempre que podem; a não pedirem licença para nada, como se a idade lhes trouxesse o estranho direito de ignorar os outros, principalmente os mais novos. Provavelmente porque era moda lidar com os mais novos como se eles não fizessem parte do mundo. Párias, sem direitos!
Ontem constatei que afinal não é bicho que tenha dado na fruta nacional porque, se de bicho da fruta se trata, ele propagou-se por longínquas paragens.
No jardim de Belém tive de explicar a um estrangeiro que o facto de ele ser velho não significa que possa empurrar, isso mesmo - empurrar, porque foi o que ele fez - duas crianças para o lado, de forma a arranjar espaço para sentar um rabo gordo que ocupa, bem à vontade, dois lugares! (Note-se que éramos nove de vários tamanhos a ocupar um pequeno banco de jardim, do qual ele decidiu usurpar um cantinho assim que para isso teve oportunidade!). Nem: Dá-me licença; nem: Desculpe, estou cansado; nem o raio que o parta! Nada! Respeito, zero!
Estas criaturas não foram respeitadas em criança. Fazem parte de um tipo de educação em que às crianças não são dadas oportunidades de se manifestarem, e de uma época em que poucos sabiam que elas, as crianças, aprendem por imitação. Logo, se forem respeitadas, respeitarão - foi o que tive de explicar ao senhor que ainda por cima era mentiroso e dissimulado, convencido que eu não tinha assistido, de corpo presente e olhar vivo, à cena em questão.
Vamos lá a ver mas é se aprendem a respeitar os mais novos, que lá pelo facto de andarem por cá há menos tempo não merecem menos respeito por isso! Para além de que, já que o futuro se perspectiva tão desastroso, ao menos que daqui a uns anitos tenhamos um mundo de gente respeitadora. Já seria uma bela de uma evolução!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Não há volta a dar...
...quando um dia nasce torto dificilmente se endireita e a única coisa que há a fazer é tentarmos passar despercebidos; mantermo-nos o mais estáticos possível e esperarmos que o dia se esfume sem acontecer nada de mais sério ou preocupante. Até porque uma coisa puxa a outra e quanto mais ansiosos ficamos pior é o que se segue.
Ontem cheguei a casa completamente derreada depois de um dia inteiro de piscina rodeada de crianças verdadeiramente pequenas que, a despeito do tamanho, se julgam capazes de grandes feitos aquáticos e que de meia em meia hora ou têm fome; ou querem fazer chichi; ou cocó; ou precisam de se assoar; ou têm sede; ou têm frio e agora já não - querem ir para a água outra vez e é nestas alturas que uma pessoa deveria ter a força de um touro e os braços de um polvo.
Enfim, derreada, primo o botão do despertador e acho que sete será uma boa hora para me levantar hoje, o problema é que me esqueço de o accionar - ao despertador - pelo que acordei à hora em que deveria estar a sair de casa.
Estava montado o circo para o resto do dia. Tive direito a deixar, durante uma manhã inteira, o carro por trancar no parque do CCB, depois de ter estado quase uma hora para entrar em Lisboa por causa de um acidente e de ter transferido a sessão no Planetário, que estava para as onze e passou para as duas mas só começou à um quarto para as três porque houve uma avaria qualquer no equipamento «demasiado sofisticado», foram mais ou menos as palavras que ouvimos.
Quando chegámos, depois de uma mala despejada e uma angústia desgraçada, descobri que a chave do carro estava enfiada numa mochila de criança dentro do porta bagagens...
Ah! É verdade! Tenho de ir comprar óleo ou coisa que o valha para ver se consigo abrir as grades da janela aqui do estaminé, que esta noite decidiram encravar. Ah! pois é! e estou a passar por cima duma questiúncula com um estrangeiro por causa de um lugar à sombra num banco de jardim...enfim, um dia que ainda não acabou mas que ficará para mais tarde recordar.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
É preciso é calma. Calma e força para continuar
Quando faço as contas, desmoralizo. Não que a coisa não esteja a crescer, que está, mas porque cresce devagar; porque o dinheiro do banco já se foi e o que se faz não chega. Paga-se ao Estado; paga-se ao banco; pagam-se os seguros e nós ficamos para trás - há espera de melhores dias. Há espera que isto continue a crescer. Com a desmoralização a bater-nos à porta. O desaire a sussurrar-nos que se calhar seria melhor...
Mas depois chegam as crianças. De sorriso nos lábios. Os pais a dizerem-nos que elas querem aqui ficar o ano todo porque esta é a «escola mais linda». E eu penso - mais um ano, vale a pena andar para frente. Vale a pena lutar.
domingo, 15 de agosto de 2010
O país pára em Agosto. Ficam quase desertas as zonas mais povoadas. Vai tudo a banhos. Abandonam-se assim, sem piedade, os computadores e as internetes. E eu para aqui a escrever. Logo agora, que é quando tenho mais tempo para pensar…
Azar.
Leiam-me quando vierem e guardem-me para quando eu não puder.
Azar.
Leiam-me quando vierem e guardem-me para quando eu não puder.
Com um pé dentro e outro fora
Vou-me mantendo acordada
Enquanto durmo embalada
Neste berço de ilusão
E na crença de chegar
Esqueço o ponto de partida
Esqueço mesmo a própria vida
E o bater do coração
Bebo o vinho que me dão
Como o queijo e como o pão
E penso que sou feliz
Só não posso abrir os olhos
Que as rosas viram abrolhos
E me apodrece a raiz
Vou-me mantendo acordada
Enquanto durmo embalada
Neste berço de ilusão
E na crença de chegar
Esqueço o ponto de partida
Esqueço mesmo a própria vida
E o bater do coração
Bebo o vinho que me dão
Como o queijo e como o pão
E penso que sou feliz
Só não posso abrir os olhos
Que as rosas viram abrolhos
E me apodrece a raiz
sábado, 14 de agosto de 2010
FMI - Liberdade, liberdade: Quem a tem chama-lhe sua!
Somos livres.
Desde que o sejamos «dentro da “normalidade”».
Ai da ovelha que se tresmalhe!
E se, de tanto balir, sai do curral, é porque o quinteiro lho permite, ainda que ela acredite ser direito conquistado…
Cegos. Cegos e surdos. Dá menos trabalho…
Mas gostamos de acreditar que vimos. Agora que nos deixam balir.
Fiquem-se com esta. Nunca esteve tão actual.
(Dedico-a ao FMI & Cª)
Desde que o sejamos «dentro da “normalidade”».
Ai da ovelha que se tresmalhe!
E se, de tanto balir, sai do curral, é porque o quinteiro lho permite, ainda que ela acredite ser direito conquistado…
Cegos. Cegos e surdos. Dá menos trabalho…
Mas gostamos de acreditar que vimos. Agora que nos deixam balir.
Fiquem-se com esta. Nunca esteve tão actual.
(Dedico-a ao FMI & Cª)
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