Mas até aí ainda a coisa vai que não me é extraordinariamente difícil aceitar que abri mão de coisas, mas que fui eu que a abri...O que me custa aceitar e me deixa para aqui a remoer os dentes daquela raivinha miúda, são aquelas coisas, como por exemplo uma toalha de mesa - a única capaz de tapar uma mesa para doze pessoas, que veio de terras distantes e que, pelos vistos, se perdeu para aí por um caminho qualquer, ela e os guardanapos e tudo, porque eu não me lembro de me ter desfeito dela e nem sequer me vejo capaz disso.
É que fico mesmo danada quando perco qualquer coisa! Mas o pai está feliz, e isso é que importa.
É claro que se a toalha não tivesse desaparecido o dia tinha sido quase perfeito...