sábado, 28 de fevereiro de 2009

Uma nova estação

Chateou-se a Primavera. A menina, chateou-se. Amuou.
E logo tinha de ser o Outono a dar o ombro para ela chorar. Não podia ter sido o Verão. Não, claro que não.
Que apaixonado é que não aproveita as raras ocasiões que surgem? Ele vive para estes momentos, em que a pode amparar. O Outono é daqueles entes que sente na pele a crueldade do destino, condenado que está a viver longe da amada. Para ele estes amuos são as oportunidades por que espera toda a vida. Porque é que acham que o Outono é triste? Vejam lá se ele hoje não parece mais animadito. Nem trouxe o vento com ele, quis vir sozinho o sonso. É certo que tem sempre este ar de enfado, de tristeza, mas está direitinho e catita, sem deitar fora as poucas folhitas que a amada se entreteve a fazer crescer. O pior é que qualquer dia ainda nasce uma nova estaçãozinha - Primono ou Ouprimo se for menino, Ouvera se for menina. Esperemos que seja menina, do mal o menos. O nome masculino é feiiiiio... Mesmo assim, o facto é que nenhum deles promete. Seria bem melhor estarem quietinhos, estes dois...
Com o Inverno é que não sei o que se passa. Deve estar a ficar velho, cada vez trabalha menos. Se não for o Verão a impor-se, não sei o que será...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Aos pseudocondutores e aos fitipaldis das avenidas

A condução faz-se pela direita. A faixa do meio é para aqueles que querem ultrapassar os que vão à direita, e a faixa da esquerda para os que ultrapassam os da faixa do meio.
Não se trava a meio de uma via rápida, principalmente se não houver nada à nossa frente, isso assusta quem vem atrás.
Não se fazem gincanas em plena Lisboa só para conseguir passar os amarelos todos.
Pressa, todos temos. Chegaremos em tempo útil ao nosso destino se usarmos o desembaraço e o bom senso, em vez de estiradas hollywoodescas que acabam sempre mal sucedidas e empancam o trânsito todo.
Aqueles que querem andar devagar, devagarinho, estão no seu direito mas, por favor, encostem-se à direita.
É que já não há pachorra.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Bem feita

Ontem deu-me um daqueles vaipes que costuma dar às pessoas quando lhes falta qualquer coisa e não sabem bem o que é. Não, não quero falar mais do Sporting. E decidi ir ao frigorífico buscar uma farinheira que o meu filho lá tinha deixado. Vai daí, enfiei-a no forno e regalei-me.
Passei a noite às voltas com pesadelos, apertos e dores no estômago.
Hoje...não estou a morrer, mas estou quase,quase...
Valha-me o facto de ter compreendido porque é que a gula é um dos pecados mortais.

Boas Notícias

Estamos a transformar-nos em mestres das energias alternativas.
Se não acreditam espreitem aqui.

O Sporting! Que tristeza...

Um espião chamado “Jesus”, agente secreto russo com passaporte português, é procurado por toda a Europa porque passou informações classificadas da NATO para a Rússia. Isto dava um belo de um filme.
E o Sporting?! Vocês viram o Sporting?! Que vergonha! Que tristeza!
Ao que parece, ontem, no Parlamento, houve mais uma sessão de Perguntas Difíceis, pelo menos é o que diz o Expresso, que foram muitas as perguntas que ficaram por responder. Sócrates cada vez mais mudo…parece que tudo se passa nas suas costas…coitado.
E o Sporting?! Chiiiii
Diz que vai haver uma ponte a ligar o Barreiro a Chelas. Parece-me bem. Fazem um lindo par: Chelas e o Barreiro…
O Sporting pá! O Sporting…
Atenção que a crise chegou ao mercado do sexo. Cada vez há mais funcionários e menos clientes.
Estou mesmo triste com o Sporting.
Parece que o Avelino Ferreira Torres, ex-presidente da Câmara Municipal de Marco de Canavezes, está em vias de ser “engavetado”. Não me parece que isso chegue para distrair os portugueses…
E o Sporting, meu Deus! O Sporting…

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Encontros e Desencontros

Muitas vezes encontramos a pessoa errada nos momentos certos.
Às vezes encontramos a pessoa certa nos momentos errados.
Resta-nos a esperança de reencontrarmos a pessoa certa no momento certo.

Compreender? Aceitar?

Compreendo e aceito. Não compreendo, não aceito. São estas as opções óbvias.
Se compreendo é claro que tenho de aceitar ou correria o risco de me contradizer.
Se não compreendo não posso aceitar, pois se nem sei do que se trata!
No entanto, quantas vezes somos incoerentes. Quantas vezes até compreendemos, mais ou menos, mas recusamo-nos a aceitar. Tratando-se então de aceitar o que não se compreende…é quase o mesmo que pedir a uma galinha que voe.
E é aí que está o busílis de tantas questões. No aceitar sem se compreender. É isso que nos aproxima dos outros – a aceitação.
Para compreender basta que tenhamos vivido ou experienciado algo semelhante. Basta até que tenhamos lido, que saibamos que existe e logo a nossa razão compreende.
Para aceitar é necessário olhar o outro. É necessário amar.

O gajo, ou gaja, que vem a seguir

Quando alguém nos faz mal; quando nos viram a vida do avesso ou nos tiram o tapete debaixo dos pés, em suma quando nos abandonam e nos enganam, ou vice versa, vamos a correr tentar repor o que se perdeu, tentar restabelecer a nossa vida tal como era, ainda que tenhamos a consciência que talvez ela não fosse exactamente como gostaríamos, mas era a nossa e nós queremo-la de volta.
Muitas vezes encontramos quase de imediato um outro alguém por quem nos apaixonamos ou, pelo menos, acreditamos que sim. Quando nos apercebemos que afinal as coisas não podem ser iguais; que afinal a vida que tínhamos não era independente da pessoa com quem estávamos e que, por isso, não se pode repetir, zangamo-nos. E zangamo-nos, comummente, com a segunda pessoa que não nos deu ou não nos pode dar a oportunidade de recuperar o perdido.
Sem nos apercebermos tornamo-nos caprichosos e exigentes. Magoados que fomos, achamo-nos no direito de ser recompensados, e raras vezes nos lembramos que se há quem não tenha a culpa de nada é aquele que aparece algum tempo depois.
Uma outra versão, muito mais negra, é a absoluta necessidade de recuperar o orgulho perdido. Essa é terrível porque, inconscientemente, se procura alguém a quem abandonar. Muito ao estilo – fizeram-me a mim mas eu vinguei-me. Pouco importando em quem. O que importa é que, afinal, há quem me queira mas eu não quero. Esta é a versão da Lei das Compensações.
Seja como for, o gajo, ou gaja, que venha logo a seguir, está, quase sempre (e este quase sempre é o meu optimismo a fazer-se ouvir), lixado.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

As dores dos filhos. A nossa dor.

Todos nós crescemos sozinhos. Por muito válidas que sejam as experiências alheias, não são as nossas. Podemos tomá-las como exemplo. Podemos até alertarmo-nos com elas. Mas não são as nossas. E é com as nossas que aprendemos. É inevitável que, de vez em quando, batamos com a cabeça na parede.
Para quem é mãe, ou pai, isso dói. Para quem é mãe, dói a dobrar. Se pudéssemos evitar toda e qualquer dor aos nossos filhos, evitá-la-íamos. Não podemos. Não devemos. Tentar evitar a dor dos filhos é impedi-los de crescer.
Resta-nos, portanto, aguentar a dor que nos dói as dores que são deles. Por pequenas e insignificantes que sejam. Aguentar. E deixá-los ir.

Barry Schwartz

Sempre ouvi criticar a nossa mania de improvisar tudo. “Os portugueses fazem tudo em cima do joelho” é uma frase recorrente que tem como objectivo subvalorizar a nossa forma de estar no mundo.
Somos os campeões do improviso. Os mestres do desenrasca. E, por muito que isso nos coloque na cauda do processo organizacional, o facto é que nos dá uma superioridade de adaptação em relação àqueles que vivem seguindo cega e escrupulosamente as regras estabelecidas.
Sempre senti que esta nossa característica nos humanizava e, ultimamente, temi que estivéssemos prestes a perdê-la com esta história da globalização.
Afinal parece que há gente, e gente que sabe, que anda a gritar aos quatro ventos a necessidade do mundo ser um pouco mais como nós. Dos Americanos serem um pouco mais como nós.
Ainda vamos chegar à conclusão que, afinal, como sempre disse Fernando Pessoa, estamos destinados a grandes feitos.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

A minha mãe

A minha mãe tem 77 anos e conduz um carro sem direcção assistida.
Cada vez que me visitam, ela e o meu pai, fico a vê-la tirar o carro do estacionamento a rodar o volante como se de uma roda dentada se tratasse. Os braços finos que tem fazem nesses instantes o exercício correspondente ao levantamento de vários pesos no halterofilismo. O meu filho diz que ela é a super-avozinha.
A minha mãe só conheceu um homem na vida dela, aquele com quem está casada há 52 anos e de quem cuida durante 24 horas por dia desde os 42, altura em que ele teve uma trombose que o deixou incapacitado.
Quando éramos miúdos, eu e o meu irmão, ela era uma pessoa muito alegre e bem-disposta. Passava os dias a cantar. As canções antigas que conheço, ouvi-as pela primeira vez da sua boca. Sei as letras quase todas.
Quando começámos a crescer e o meu pai ficou doente, ela perdeu grande parte da alegria. Educada à moda antiga ficou sem saber muito bem como lidar connosco sem a ajuda preciosa do marido, até ali e homem da casa. Havia conversas que o meu pai tinha connosco e que acabaram porque, para ela, eram impossíveis. Tábus intransponíveis.
Hoje fala-se de tudo e há anos que o riso voltou à sua expressão.
A minha mãe é a mulher mais forte do mundo. A que mais evoluiu. A que sabe aproveitar todos os bocadinhos para ser feliz.
A minha mãe tem a gargalhada mais limpa e pura do universo. Tem uma genica invejável. Quando lhe dá para limpar a casa, saiam da frente.
A minha mãe era linda quando era nova. É mais linda ainda hoje, com a sua figura esguia e os seus olhos brilhantes.
E eu amo-a infinitamente e espero tê-la por cá pelo menos mais 20 anos, pois não sei o que faria sem ela.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Então e as Máscaras?! Não há Máscaras?!

Cheguei à varanda, olhei para baixo e estranhei o sossego e o silêncio.
Onde andam os mascarados que invadiam as ruas quando eu era miúda?
Onde estão os chatos dos putos de bisnaga na mão a molhar tudo e todos?
Que é feito dos novelos de serpentinas a esvoaçar ao vento?
E dos papelinhos coloridos que forravam os passeios?
Não estamos no Carnaval?
Porque é que as pessoas não se mascaram?
Não me digam que temos de ir até Paredes de Côa ver os professores vestidos de preto e acorrentados, para ver máscaras!
Não será, com certeza, por falta de temas. Os alter-egos lutam para se manifestarem, como sempre lutaram todos estes anos. Se é falta de dinheiro, inventem. Vão até às arcas dos avós, tirem de lá os trapos e cubram-se. Estamos no Carnaval. É altura de darmos largas à imaginação e soltarmos todas aquelas personalidades que têm andado acorrentadas o ano todo. Se não o fizermos agora, só para o ano que vem e, até lá, corremos o risco de sermos sufocados por elas.
Mascarem-se pá. E venham para a rua.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

São Coisas do Mundo, Detalhes da Vida

O momento alto do espectáculo que a Alcione deu ontem no Coliseu dos Recreios foi quando começou a cantar São Coisas do Mundo, Detalhes da Vida. É que nem sei se se chama assim mas desta eu sabia a letra e nem precisei de me esforçar para a perceber. Cantei a plenos pulmões. Não é todos os dias que isso me é permitido. Cantar aos gritos sem que ninguém me oiça.
Quando o espectáculo começou, atrasado como todos os espectáculos neste nosso cantinho, o som saiu rouco, a banda composta por onze elementos abafava quase tudo. O chão tremeu com a destroção que o meu peito não sentia desde a última vez que tinha estado numa discoteca e, acreditem, já lá vão uns anos.
Das luzes e dos efeitos de palco nem sei o que dizer. Ainda tenho a bailarem nos olhos as enormes bolas cor de rosa cócó e os ouriços gigantes em fundo da mesma cor. O senhor que era responsável por estes extraordinários efeitos e que tinha nome de cão, tipo Tom-Tom, Béu-Béu ou coisa que o valha, de vez em quando, creio que para nos aliviar destes efeitos, acendia uns holofotes gigantescos que nos encadeavam mais do que o sol no pico do Verão. A coisa foi de tal maneira que já levávamos as mãos em pala para nos protegermos.
Houve porém uma música que conseguiu prender-me do princípio ao fim. Claro que não sei o nome, mas sei que trouxe consigo o vermelho, o amarelo e o negro para me aliviarem daquele rosa enjoativo. É claro que os holofotes continuaram a não nos poupar...
Pensei que conhecia a senhora. Afinal, não. Ao contrário da maior parte do público que cantava tudo e mais alguma coisa, eu cantei uma...enfim...
Estava mesmo a desistir quando consegui compreender algumas palavras. Dizia então a senhora, a dada altura numa determinada canção, que, para dormir, tomava aspirina. Aí despertei, curiosa na minha ignorância. Nunca tinha pensado em aspirina para dormir. Logo a seguir, no final do último verso, veio a explicação, parece que tem a ver com a sina. Toma aspirina por causa da sina. Faz todo o sentido.
Enfim, ainda dancei um bocadinho. Mas também não me é difícil. Basta um pouco de ritmo e aí vai o corpo ao deus dará.
Valha-nos a Maria Betânia que está mesmo aí a chegar.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Irra para os papéis

Não gosto de papéis. Chateia-me ter de lidar com eles. Gosto de livros. Mas não gosto de papéis. Ele é o papelinho do restaurante, o papelinho do Visa, o papelinho do multibanco, mais o papelinho da farmácia e o do supermercado, o papelinho da bomba de gasolina, o papelinho do chocolate, o papelinho da livraria e o outro que nem dá para ler e eu não me lembro. O papelinho do clube de vídeo e o da frutaria. Já nem me lembrava de ter estado aqui! Mas que papelinho é este?
Tenho esta estúpida mania de tomar nota de tudo mas como me falta o tempo para o fazer em tempo útil, vou acumulando papelinhos pela carteira fora. Um dia destes arrisco-me a desaparecer no meio deles.
Se estiver uns dias sem aparecer, procurem-me no meio dos papéis.
Quando, finalmente, me disponho a pôr as coisas em ordem, é o fim do mundo em papelada. Descubro papéis de coisas que nem me lembro ter comprado. Descubro papéis que já não se lembram o que pagaram porque, entretanto, já os números desapareceram, e as letras e toda a informação. O que, hoje em dia, também não faz grande falta. Uma coisa é o que dizem os papéis e outra o que aparece no extracto bancário. Se não houvesse uma quantia em jogo tenho sérias dúvidas se conseguiria confrontar a informação de um e de outro.
Raios partam os papelinhos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Lamento

Hoje estive com a criança mais triste do mundo.
E não há nada mais triste do que uma criança triste.

De Ler

Os livros sempre exerceram, sobre mim, um enorme fascínio.
Quando era miúda a minha mãe preocupava-se com as tantas horas que eu passava fechada no quarto a ler. Lembro-me que uma vez comecei a ler um livro quando me deitei e terminei-o quando o sol nasceu, foi nessa altura que adormeci.
Mais tarde a história repetiu-se com a minha filha. Um dia disse-lhe que, se ela continuasse assim, só teria as histórias dos outros para contar aos filhos e aos netos. Resultou porque ela aos poucos foi saindo e acabou por se habituar a viver.
Também a mim isso me aconteceu. Durante uns anos, aqueles da adolescência e dos namoros, se peguei nalgum livro não me recordo. Mas depressa recuperei. Não fiz ainda as contas, mas sou bem capaz de ler quatro ou cinco livros por mês.
Pode haver quem ache que não é tanto assim, afinal é só um livro por semana e uma semana tem sete dias. Mas não façam confusão, eu vivo aquilo que leio. O Fascínio por cada palavra, por cada ideia, por cada sensação transmitida, está lá, inteirinho. O mesmo de quando era miúda e me fechava no quarto.
Bebo cada palavra, devoro cada sentido. Como se cada texto encerrasse um outro mundo, uma outra vida. E como se as palavras, só por si, mo pudessem oferecer.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Guerra, Paz e a Evolução dos Homens

Foi-me enviado um mail, um desses inúmeros mails que circulam por aí com mensagens preciosas, alguns, não tão preciosas, outros.
Este é um mail que fala de Paz. Uma dessas correntes que se vão alastrando e onde colaboram três ou quatro daqueles cantores de quem já não ouvíamos falar há muito.
«Cantaré, cantarás», é a canção que se ouve durante uma sequência de fotos, na sua maioria, de guerra. Cantada com alma, como sempre são essas canções.
De repente dei por mim a fazer o papel de advogado do diabo e a perguntar-me para onde iria essa alma se tudo estivesse bem. Que tipo de letras, de musicas, de livros, de grupos, se criariam se tudo estivesse bem.
O mundo nunca esteve em paz. Nós não sabemos o que isso é. Desde que o mundo é mundo que os conflitos existem, como se precisássemos deles para criar, para crescer, para evoluir.
Chegará, com certeza, o dia em que nos viraremos, todos, para o nosso interior e aprendamos, e cresçamos, a partir daí. Mas temo muito que hoje não seja a véspera desse dia. Estamos longe de estar preparados para tal. Daí que, para o bem existir, para existirem aqueles que por ele lutam, tem de existir o mal e todos aqueles que insistem em perpetuá-lo.
Temos pena. Mas é assim.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Que chatice!

Isto está tudo muito mal feito.
A pressa que temos de crescer impede-nos de desfrutar convenientemente o doce sabor da despreocupação.
As crianças quando nascem deviam trazer um chip que lhes dissesse – Aproveita enquanto podes, que isto não dura sempre.

E agora...

The sun is shining!

... e cheira a Verão!
Podam-se as árvores. Agitam-se as gentes!
O Sol brilha!
Sorriam!
Há lá melhor coisa do que Verão! Mesmo que venha só de visita, é sempre bem vindo.
Começa bem, a semana.