terça-feira, 31 de maio de 2011

Do Trabalho e da Vida

Grito para mim mesma, constantemente, que a quem trabalha, a quem se dedica, esforça e luta, nada de mal acontece.

Que quem trabalha não tem de que ter medo.

E desta batalha, entre mim e a vida, sairei vitoriosa, triunfante, única vencedora.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Isto é preciso é fé

Desde que comecei a conhecer-me um pouco melhor e a gostar de mim, p’raí há coisa de 50 anos, que espero sempre o melhor de toda a gente. Pode ser o maior bandido à face da Terra que eu arranjo sempre maneira de ter fé nele. Força nisso! Tu és capaz! Basta não dares ouvidos a essas vozes ranhosas que só querem o teu mal e a tua desgraça.

E é isto. Mais uns aninhos e transformo-me no Padre Américo. Não foi esse que disse que já não há rapazes maus? Ora bem. Precisamente.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Preciso de ler, e corrigir, cerca de 200 páginas e escrever entre trinta e cinquenta até segunda-feira. Uma vez que terei de fazer alguma investigação para a escrita, se alguém tiver alguma sugestão que não passe pela ausência de noites bem dormidas, fale agora ou cale-se para sempre.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O que é que eu aprendi em 53 anos?

Aprendi que enquanto por cá andar o tempo é meu;

que a maior parte das minhas zangas são comigo mesma;

que fico intratável sempre que vou contra a minha natureza;

que no desapego existe mais espaço para a paz e para o amor,

e assim, há mais no menos e menos no mais (mas mesmo assim eu quero mais).

Aprendi que a força é necessária quando se perde, mais do que para se ganhar,

e por isso não entendo porque é que há mais gente a perder.

Aprendi o quão importante é a consciência da precariedade. Porque tudo é passageiro, mesmo aquilo que teimamos em agarrar. Aliás, aprendi a importância da consciência, ponto.

Aprendi que apesar da falsidade do “nunca é tarde” aquilo que podemos ou não fazer depende mais da nossa vontade do que das circunstâncias,

e que sempre que a nossa vontade é fraca nos desculpamos com elas, as circunstâncias.

Aprendi que a paciência é um bem preciosíssimo.

Aprendi que crescer nem sempre é sinónimo de conspurcação, empedernecimento ou sabedoria.

Aprendi que a minha maior aquisição se prende com tudo aquilo que aprendi relativamente à minha pessoa e que tudo aquilo por que passei e passo, e tudo aquilo que me esforço por aprender, tem em vista apenas o conhecimento de mim e da forma como este ser que sou eu quer experienciar este momento que é a vida.

Eis o que aprendi, desde o dia em que nasci até ao dia de hoje. Faz, precisamente, 53 anos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Blue Velvet

Demos-lhe boleia porque vivia sozinha e não tinha com quem ir. Acabou por ficar sentada à nossa mesa no almoço que prosseguiu a cerimónia. Era magra, de pele branca, e surgiu coberta por um vestido de veludo azul que apenas lhe revelava os braços esguios. Achei-o pesado, inadequado à época.

Surpreendi-lhes o olhar numa altura em que ela se afastou de nós e regressou, depois, por um trilho no meio das ervas, como num quadro de um pintor sofrível – as árvores; as ervas e ela, de vestido de veludo azul-escuro.

Soube mais tarde que partilhávamos o impartilhável, havia já alguns meses. Foi quando saí de cena. Mas ainda hoje, de vez em quando, recordo a imagem - esguia, branca, coberta por um vestido de veludo azul.

Gostávamos desta música, ele e eu.


Aos sentimentos? É preciso cultivá-los.

Nos tempos que correm não me parecem muito apropriados os protestos constantes, as insatisfações e as más vontades, quando nos levantamos debaixo de um tecto simpático, num prédio com elevadores; temos comida na mesa e roupa para vestir; quem nos trate as maleitas e dinheiro para a farmácia; quando temos família que nos apoia; sol que brilha; árvores e canto de pássaros. Não me parecem muito apropriados… Deveríamos talvez agradecer. Não a ninguém em concreto se acharmos que não existe a quem, mas alimentar esse grato sentimento que é a gratidão e que nos enche a alma e nos faz acreditar que somos felizes e que temos tudo aquilo que precisamos. Até porque os sentimentos, quer a gente queira quer não; quer acredite quer não, são criadores. São até, provavelmente, as primeiras máquinas geradoras que alguém um dia inventou.

Mas ela não pensa assim. Não sente assim. E a uma maleita outra se segue, às vezes até a própria solução da primeira é motivo de enfado e contrariedade, como se fosse urgente manter esse estado de espírito, e é. E é, porque sempre que ele esvoaça, quem a rodeia tende a esquecer aquilo que verdadeiramente a atormenta e isso é que não pode acontecer. Assim, vai disfarçando o seu mal com outros males menores e mantendo os olhos e os corações fixos nela, não vá ela perder-se nos sentimentos dos outros.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Charlie Chaplin

Lêem-se livros ou vêem-se filmes deste ou daquele autor ou autora, e gosta-se ou não. Tenta-se, nas entrelinhas, adivinhar que pessoa é aquela, porque é que escreveu isto desta maneira; o que sentiu quando o fez? quanto dele, ou dela, está posto no protagonista? que faceta? que vivências? E nestas interrogações acaba o leitor, ou espectador, a escrever um outro livro, um outro argumento transversal que condensa ele mesmo o retrato imaginado daquele autor que não conhecemos mas gostávamos de conhecer.

É por isso que eu gosto de ler o que esses autores escrevem na primeira pessoa. O que não é ficção. Gosto de ler o que por vezes, raras vezes, eles decidem contar quando lhes apetece levantar uma ponta do véu. Fico a saber o que pensam da vida; o que sentem; como a vivem; como a vêem… Transformam-se, de repente, em pessoas reais.

Vai sair um livro escrito por Charlie Chaplin, chama-se A Minha Viagem Pela Europa. Peguei nele há cerca de uma hora. Sempre fui fã do Charlot. Estou agora a conhecer o seu criador.

domingo, 22 de maio de 2011

Momentos

Há momentos em que nada me satisfaz. Nem o que faço, nem o que leio, nem o que sinto ou vejo ou fico a saber. Nada. É como se sofresse de uma insaciável sede de qualquer coisa que desconheço – de tudo e de nada. E se o tudo é inatingível, nada existe, e eu vivo no nada, “no nada que é tudo”.
São esses os momentos em que mais proveito tiro do facto de por cá andar.

Há outros em que desejo tudo o que existe. E mais do que desejar, acredito que tudo é alcançável, tratando-se apenas de uma questão de tempo. Nesses momentos irrito-me com  tudo aquilo que se  atravesse no meu caminho, mesmo que esse caminho exista apenas na minha cabeça. Irrito-me com qualquer percalço que me atrase ou me iniba de fazer ou chegar seja onde for. É um sentimento odioso esse tipo de irritação. Dá-me suores e ansiedades. Coloca-me demasiado próximo do medo. Faço sempre os possíveis por o evitar ou, quando sou por ele apanhada, por fugir a sete pés.

Depois há os intermédios, que não são carne nem peixe mas passagens, meras passagens, entre uns e outros. Aqueles em que ando quase adormecida, inebriada por afazeres que a mim mesma impus ao enredar-me na vida da forma que o fiz. Aqueles em que, precisamente, pareço mais desperta. Aqueles em que sou verdadeiramente eficiente e capaz. Aqueles em que o meu cérebro comanda, tão perfeitamente quanto pode, a minha voz, os meus braços, os meus olhos, as minhas mãos e, às vezes, as minhas pernas. Aqueles em que ponho à prova aquilo que penso ser. Aqueles em que os outros vêem aquilo que querem ver.

sábado, 21 de maio de 2011

Tempo para pensar

Consegui chegar a casa, sã e salva. Não fiquei temporariamente retida no meio da estrada que serpenteia pela mata e que subo e desço todos os dias, apesar do aviso laranja no mostrador do tablier me ter alertado, há mais, bem mais!, de 24 horas, para a fraca autonomia do automóvel. Também acabei por não dar por mal empregues as horas que dediquei a um trabalho que perdi, instantaneamente, por não o ter guardado num local apropriado. E também dessa situação saí ilesa apesar de ter passado pela cabeça dos meus colegas estrangularam-me ali, sem dó nem piedade. Sobreviverei, com certeza, ao facto de não ter pequenos-almoços para os próximos dias por não me ter despachado a tempo de passar pelo supermercado para os comprar, e agora só para a semana, e para a semana vou estar novamente tão disparatadamente ocupada que, mais uma vez, não terei tempo para isso. Vou ainda sobreviver ao assédio da multidão de mediadores que há mais de 12 horas não pára de me importunar porque me enganei na colocação de um anúncio e cliquei no sítio errado.

Mas a pior de todas estas coisas que passam por falta de tempo, é a falta de tempo que tenho tido para pensar. É essa que mais falta me faz. Talvez por isso eu aproveite aqueles momentos “mortos” em que, sentada ao volante, parto do estúpido principio que o automóvel já conhece o caminho e faço como o velho que se deixou conduzir pelo burro e acabou multado. Multada será o menos…

E entre a falta que me faz o pensar, todas as consequências que advêm de não o fazer e decidir pensar nos momentos em que é suposto existir, venha o diabo e escolha.

Tomara que fosse Agosto!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ai que raiva!

Irrita-me sobremaneira a forma leviana como certas pessoas utilizam termos extremados para designar coisas sem importância nenhuma – A saia amarela? Amo de Paixão! – Mas como é que alguém “ama de paixão” uma saia, um vestido, ou mesmo um par de sapatos?! Que palavras utilizam estas pessoas para designar o que sentem pelo namorado, por exemplo?! Será que acrescentam ao termo “amo de paixão” uma escala numérica tipo, amo de paixão grau 1, 2 ou 3?!

E aquelas que, para além de utilizarem termos extremados, os fazem acompanhar por olhares gravíssimos e gestos beatos?! Não há muito tempo dirigi-me a uma pessoa numa paragem de autocarro para lhe perguntar a que horas passaria o dito. Olhou para mim, levou a mão direita ao coração e, de ar gravíssimo, jurou-me por Nossa Senhora que lamentava muito mas que não sabia! Por momentos cheguei a temer ter-lhe transmitido a morte de algum ente querido, ou a notícia de uma catástrofe, escondida atrás de uma pergunta sobre percursos de autocarro.

domingo, 15 de maio de 2011

S,S e Portugal – Os Sofistas, Sócrates (o José, não o grego) e este nosso canto…


Os Sofistas

“Eles mesmos se intitulam ‘intermediários entre filósofos e políticos’ (frg.6 DIELS de Pródico – Hélade, p.259). O Sofista de Platão procura definir o conceito desse nome, até chegar à conclusão de que designa um ‘imitador do sábio’, dotado da arte taumatúrgica dos discursos (268c-d)”. 1

“Não será exagero afirmar que os Sofistas deslumbraram a camada jovem do seu tempo(…). Os mais velhos, porém, encaravam o fenómeno com suspeitosa reserva(…).A arte da dialéctica, que ensinam, pretende a vitória da posição que se defende, ainda que seja preciso, conforme a terminologia da época se exprimia, ‘fazer prevalecer a causa pior sobre a melhor’”.2



Sócrates, o José

Está à frente desta nossa nação desde 2005.

Tem, diria eu, uma extraordinária capacidade discursivo-comunicativa. Que é como quem diz: canta bem e, ao que parece, ainda embala muita gente – gente de mais!



Portugal, este nosso canto

Um país composto de gente que emprenha pelos ouvidos. Gente que adora aparências. Gente que se embebeda com boas falas e figuras jeitosas. Gente que é a sua pior inimiga. Gente cega.

Ó gente! Será possível que os vossos ouvidos mandem mais do que a razão?!

Será possível que neste momento, com tudo de mau que está a acontecer, ainda haja quem apoie quem nos trouxe até aqui, desde há seis anos a esta parte?! Ou vocês acham que o Partido Socialista alguma vez será dirigido por outro que não o mesmo?! Será que não vêem que este que lá está é da raça de “só por cima do meu cadáver”?!

Ó gente, por que carga de água é que quem não soube administrar os nossos recursos durante este tempo todo, o saberá agora?!

De que é que este povo está à procura? da miséria?! da fome?! O que é que esperam que aconteça quando, daqui a dois anos, já tivermos estoirado tudo outra vez?!

Vocês abram-me essa mente! Vocês pensem, carago! PENSEM!


1. Citado por Rocha Pereira, M.H., in Estudos de História da Cultura Clássica – I V. – Cultura Grega, 7º edição, Fundação Calouste Gulbenkian, p.436.

2. Idem. Ibidem pp.440-441.

E não somos todos?



Bom domingo.

sábado, 14 de maio de 2011

Cara e Coroa

Trabalhei todo o dia – das 9 às 20 - mas comi chocos com tinta ao almoço e, ao jantar, enfardei gelado de chocolate e café até estar quase quase a rebentar.


Já larguei as meias e as mangas, mas ainda não me decidi a trocar as calças pelas saias.

Ainda não fui à praia, mas já começo a ganhar uma corzinha só de andar com o vidro do carro aberto.

Não faço a mínima ideia se vou alcançar tudo aquilo a que me propus, mas sinto-me feliz por fazer todos os dias o melhor que sei e posso.

Ainda não foi desta que ganhei o euromilhões, mas esta semana saiu-me o 10º prémio e para a semana posso jogar a custo zero.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Se querem perceber estas palavras têm de ler os dois textos que se seguem a este, na exacta ordem em que aparecem nos vossos écrans.

Pronto! Neste momento está toda a gente a pensar que eu ensandeci! O estupor do texto voltou! Voltou agorinha mesmo! Já a resposta ao comentário, aquela que foi postada ontem, essa ficou pelo caminho. Deve ter visto que tinha lá uma irmã, quase gémea, e achou que o melhor seria ir pregar para outra freguesia.

Teoria da Conspiração

Nunca me tinha acontecido uma destas e não sei se é costume ou não. Por isso, se alguma vez vos aconteceu, por favor manifestem-se, não vá eu acreditar numa qualquer teoria da conspiração.

Ontem postei aqui um texto sob o título: O Muro das Lamentações - Desporto Nacional. O texto era qualquer coisa como isto que se segue, mais coisa menos coisa que eu às vezes escrevo no word e copio para aqui, outras escrevo aqui directamente e, outras ainda, começo lá e acabo aqui. Penso que foi o caso deste que, se bem me lembro, era um pouco maior do que isto. Aqui vai:


Estou convicta que um dos legados que os Árabes por cá deixaram foi este desporto – o Lamento. Mesmo sem muro, é um desporto apreciado especialmente pelos mais idosos. Consiste em dar relevo ao lado negativo de todas as coisas e depois desenrolar o novelo das desgraças por que passaram, passam e passarão. Não, não inventam, estão agendadas. Por exemplo: dia tantos do tal têm de estar às tantas horas em tal sítio – uma chatice! um transtorno! Ganha quem tiver o novelo maior. E ganha o quê? Compaixão, atenção?, penso que não. Ganha importância. Ganha visibilidade. Confere, perante ele próprio e perante os outros, que é uma pessoa atarefada, como manda a lei. Qual lei, perguntam vocês?, pois não sei. Provavelmente a lei que maldiz o ócio e o descanso, e promove o sacrifício e a penitência. Aquela lei que foi feita por alguns para os outros todos.

 
Ora o texto desapareceu! Mas não foi só o texto! Hoje, quando aqui cheguei, tinha um comentário à espera de moderação. Um comentário que, estou certa, não só aprovei como respondi. Voltei, portanto, a responder! É claro que já não como ontem...
 
Como já disse, não faço ideia se estas coisas costumam acontecer. Comigo é a primeira vez e a sensação é estranha, semelhante, provavelmente, àquela que sentiria se um dia acordasse e tudo se passasse exactamente da mesma forma que no dia anterior...
 
Já agora, e só por curiosidade, ontem à noite dei uma espreitadela no mapa mundo dos visitantes aqui do burgo e dei com uma luz verde lá para os lados do Kuwait. Não deixa de ser curioso...até porque já reparei que o número de visitantes balança consoante o tema ou o título. Textos que se refiram a Bin Laden, por exemplo,trazem centenas de leitores num só dia. Pelos vistos aqueles que falam dos Árabes também... Continuo é sem saber como e porquê parte do que foi feito ontem, e não exactamente à mesma hora, desapareceu.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

O Muro das Lamentações - Desporto Nacional

Estou convicta que um dos legados dos Árabes é este desporto – o Lamento. Mesmo sem muro, é um desporto apreciado especialmente pelos mais idosos. Consiste em dar relevo ao lado negativo de todas as coisas e depois desenrolar o novelo das desgraças por que passaram, passam e passarão. Não, não inventam!, estão agendadas. Por exemplo: dia tantos do tal têm de estar às tantas horas em tal sítio – uma chatice! um transtorno!; o médico manda fazer um batalhão de exames todos os seis meses  - outra chatice! outro transtorno!; as formigas já chegaram à varanda e pouco falta para entrarem pela casa adentro - uma desgraça!...

Ganha quem tiver o novelo maior. E ganha o quê? Compaixão, atenção?, penso que não. Ganha importância. Ganha visibilidade. Confere, perante ele próprio e perante os outros, o facto de ser uma pessoa atarefada, como manda a lei. Qual lei, perguntam vocês?, pois não sei. Provavelmente a lei que maldiz o ócio e o descanso, e promove o sacrifício e a penitência. Aquela lei que foi inventada pelos verdadeiramente ociosos quando se aperceberam que era preciso que alguém trabalhasse. Ou aquela outra que dá relevo aos desgraçadinhos. Também pode ser essa. Aquela que diz, em todas as religiões, que será deles o reino dos céus. Então, no caso de até se viver mais ou menos, dramatiza-se a coisa não vá Deus, Alá ou o Universo, acreditar que somos menos do que outros, tipo os africanos ou coisa assim...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Das ondas e da sintonia com as ditas

Vivemos rodeados de ondas – ondas médias; curtas, provavelmente um número infinito de frequências desconhecidas…enfim, ondas causadas pelo constante movimento da energia que nos rodeia.

Para mim é importante estar bem sintonizada. Há certas músicas que não me caem bem nos ouvidos e me perturbam a razão e o equilíbrio, por isso é mesmo fundamental estar bem sintonizada.

O problema é que nem sempre é fácil encontrar a sintonia perfeita – as interferências são muitas! Daí que tenho andado concentrada nisso – em sintonizar-me com a frequência das ondas que me interessam, que me podem trazer aquilo que eu quero e preciso e é por isso que a coisa pode ficar, temporariamente, um pouco mais fraquinha por aqui. Mas é temporário. É temporário.