segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Oxalá que não...

Foram poucos e insignificantes os que temeram Hitler quando este deu início à sua cruzada ocupando a Áustria. Chamaram-lhe “indexação” – afinal de contas era a sua terra natal!...
As convulsões no mundo islâmico alastram-se como rastilho em direcção a um barril de pólvora e eu pergunto-me se há alguém que tenha, já, localizado o dito. Oxalá que não estejamos a cometer o mesmo erro de há setenta anos atrás.
Entretanto os chineses conseguiram juntar dinheiro a rodos e agora decidiram dar-lhe serventia – andam a comprar o mundo.
Por mim, acordei hoje angustiada – entalada entre islâmicos e chineses a pensar que futuro terá este meu mundo que, apesar dos pesares, está e sempre esteve no meu coração. Sou europeia de gema; é o maior e mais belo Continente de sempre e eu não o quero perder. Não saberia viver de outra maneira, nem adorar outro Deus que não o meu, para além de que a Liberdade é apanágio dos povos mais evoluídos e, ainda que a nossa possa ser discutida, o certo é que a Europa é democrata e é, sobretudo, religiosamente livre.

2 comentários:

A NOSSA LOJA - ELECTRODOMÉSTICOS disse...

Numa dimensão mais reduzida -Esqueces-te dos angolanos, que aqui em Portugal, têm vindo a tomar conta de tudo o que é bom, e do que é menos bom.

Sputnick disse...

Reduzindo o tema a outra dimensão - por cá os angolanos vão-se apoderando de tudo o que é bom e do que é menos bom.